IMAP · SIGAD — Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos

Guia de apresentação

O que é o SIGAD, o problema que ele resolve e o que a plataforma entrega — da digitalização do papel à prestação de contas no tribunal. Feito para apresentar o sistema a gestores e equipes.

1. O que é o SIGAD

O SIGAD é a plataforma do IMAP para a gestão arquivística digital de entes públicos municipais: prefeituras, câmaras, consórcios, autarquias, fundações e empresas públicas. Ele transforma o arquivo de papel em um acervo digital pesquisável, auditado e pronto para a prestação de contas — com valor documental amparado em lei (seção 5).

Uma mesma instalação atende várias entidades ao mesmo tempo, com isolamento completo: cada equipe enxerga apenas os documentos da sua entidade.

2. O problema que resolve

Todo mês, a administração municipal produz um grande volume de processos em papel — empenhos, licitações, contratos, folhas de pagamento — que precisa ser organizado, guardado e prestado ao Tribunal de Contas dos Municípios dentro do prazo. Na prática isso significa:

O SIGAD ataca as quatro frentes: digitaliza com qualidade controlada, torna tudo pesquisável pelo conteúdo, confere automaticamente contra o sistema contábil antes do envio e registra cada ação em auditoria.

3. Como funciona: do papel ao tribunal

  1. Importe o arquivo contábil (SIGA). O sistema lê o arquivo exportado da contabilidade e cria a lista de processos esperados do mês — cada um já com data, valor, credor e classificação.
  2. Digitalize. Um clique na linha do processo abre o aplicativo de captura já autenticado e dispara o scanner. Também dá para enviar pelo navegador, sem instalar nada. A política da entidade (cor, resolução, tamanho) é aplicada automaticamente.
  3. OCR automático. Todo PDF vira pesquisável — dá para encontrar um documento pelo que está escrito dentro dele. O arquivo original do scanner é sempre preservado.
  4. Indexação. Os metadados são preenchidos por formulário dinâmico — e, para documentos vindos do SIGA, preenchidos sozinhos: o indexador só trata as exceções.
  5. Conferência automática. O sistema compara o que a contabilidade declarou com o que está escrito no papel digitalizado. Divergência ganha selo vermelho — para corrigir antes do tribunal, não depois.
  6. Prestação de contas. O painel mostra o avanço por classificação (digitalizado → indexado → conferido) e exporta o pacote estruturado para o e-TCM, em volumes prontos para o protocolo.
  7. Guarda e transparência. Tudo fica pesquisável, auditado, com backup diário — e disponível para respostas à Lei de Acesso à Informação.

4. Os módulos da plataforma

MóduloO que entrega
CapturaAplicativo Windows para scanner (com abertura em um clique a partir da web) e envio direto pelo navegador. Divisão automática de arquivos grandes; assinatura digital ICP-Brasil no ato da captura.
OCRReconhecimento de texto em português em três modos: na máquina do operador (sem custo), no servidor, ou gerenciado em nuvem — configurável por entidade, com medição de uso.
Indexação e buscaFormulários de metadados configuráveis por tipo de documento; busca por conteúdo (OCR), metadados, período, categoria e campo específico; consultas salvas como relatórios.
Importação contábilLê o arquivo do SIGA (TCM-BA) e organiza o mês em processos esperados, com situação, linha do tempo e conferência automática contra o papel.
Prestação de contas e-TCMPainel de conferência por classificação, exportação em pacote estruturado com manifesto e controle do ciclo (em montagem → conferida → enviada).
Notificações do tribunalRegistro de diligências com prazo e alerta por e-mail; a resposta é organizada na classificação certa.
Tramitações e versõesEncaminhamento de documentos entre setores e pessoas, com despacho, situação e histórico completo de versões — nada é sobrescrito em silêncio.
Arquivo físicoOnde o papel está guardado (caixa, estante, sala) e controle de empréstimo e devolução, integrado à busca.
AdministraçãoEntidades e suas políticas de digitalização, competências, perfis de taxonomia prontos (contabilidade PCMGE, licitações, pessoal, educação…), usuários, permissões finas e bloqueio de dispositivos.
Auditoria e backupRegistro de todas as ações — inclusive visualizações e downloads, com IP e máquina; backups automáticos diários e exportação sob demanda.
IntegraçõesAPI para sistemas parceiros (chaves com escopo por entidade, tudo auditado) e API para o serviço de informação ao cidadão (SIC).

5. Segurança e conformidade

A digitalização com valor documental é amparada pela Lei 12.682/2012 (digitalização de documentos), pela Lei 8.159/1991 (política nacional de arquivos), pela MP 2.200-2/2001 (ICP-Brasil) e pela Lei 12.527/2011 (Acesso à Informação). Na prática:

6. Diferenciais

7. Perfis de acesso

PerfilO que faz
AdministradorConfigura entidades, períodos, taxonomia e usuários; exporta e envia a prestação oficial; acessa auditoria e backups.
IndexadorO trabalho diário: digitaliza, importa o SIGA, indexa, confere e tramita documentos.
ConsultaSomente busca e visualização — ideal para controle interno, jurídico e gabinete.

8. Tecnologia e infraestrutura

9. Como começar

  1. Provisionamento — o IMAP cadastra a entidade, define a política de digitalização e cria os usuários da equipe.
  2. Taxonomia — o perfil de classificações adequado (ex.: contabilidade PCMGE) é aplicado ao primeiro período em um clique.
  3. Operação — a equipe instala o aplicativo de captura (ou usa só o navegador) e começa a digitalizar; o Manual de Instruções e a Central de Ajuda acompanham cada passo.
Fale com o IMAP: imap.org.br — Instituto Municipal de Administração Pública.